FAQ Greener

Tire suas dúvidas sobre energia fotovoltaica!

Institucional

Não. A Greener é uma empresa de Pesquisa, Engenharia, Consultoria e Treinamentos. Conheça mais sobre as áreas de atuação em nossa página Portfólio.

  • Instituições de ensino;
  • Profissionais atuantes ou interessados em atuar no setor de energia solar:
    • Empreendedores fotovoltaicos
    • Instaladores
    • Engenheiros
    • Desenvolvedores
    • Consultores
    • Integradores fotovoltaicos
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    • Empresas do setor energético
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    • Geradoras de energia
    • Empresas de energia solar
    • Fabricantes de equipamentos
    • Consultorias
    • Construtoras/ Incorporadoras
    • Indústrias

Sim. A empresa enquanto Enova Solar já treinou mais de 4 mil profissionais em todo o Brasil. Agora, como Greener continuará compartilhando experiências e conhecimentos fundamentais para o desenvolvimento de profissionais e empresas no setor de energia solar.

Treinamentos

Não há pré-requisitos para participar dos treinamentos. No entanto, para o curso Energia Solar na Prática: Projetando Sistemas Fotovoltaicos, recomendamos que o participante tenha conhecimentos básicos em Elétrica.

Para o curso Energia Solar: Análise de Mercado e Estratégias de Vendas, é recomendado que tenha conhecimentos em Energia Solar, que pode ser adquirido através do nosso curso On-line, de nível introdutório. Ele dará uma base sólida para continuar sua capacitação.

Nossos cursos oferecem uma visão bastante ampla sobre os principais aspectos que devem ser levados em conta no dimensionamento e instalação de um Sistema Fotovoltaico. Os conteúdos apresentados nas aulas, são importantíssimos para desenvolver projetos mais eficientes do ponto de vista técnico e financeiro.

Depende. Nosso Centro de Treinamento fica localizado na Zona Oeste de São Paulo, onde são ministrados nossos cursos de Energia Solar na Prática: Projetando Sistemas Fotovoltaicos e Energia Solar: Análise de mercado e estratégias de vendas. Além destes, desenvolvemos os cursos In Company para empresas em todo o Brasil. Acompanhe nossa agenda.

Nível Técnico

A energia solar é a energia eletromagnética cuja fonte é o sol. Ela pode ser transformada em energia térmica ou elétrica e aplicada em diversos usos. As duas principais formas de aproveitamento da energia solar são a geração de energia elétrica e o aquecimento solar de água.

Um sistema de energia solar fotovoltaico gera energia elétrica através da radiação solar. Existem dois tipos básicos de sistemas fotovoltaicos: Sistemas Isolados (Off-grid) e Sistemas Conectados à Rede (Grid-tie).

Os Sistemas Conectados à rede, substituem ou complementam a energia elétrica convencional disponível na rede elétrica, pois eles trabalham juntos. No entanto, este sistema não te impede de ficar sem energia quando houver queda da rede da concessionária.

Os Sistemas isolados são utilizados em locais remotos ou onde o custo de se conectar à rede elétrica é elevado. São utilizados em casas de campo, iluminação, telecomunicações, bombeamento de água, entre outras coisas onde podem ser utilizados.

Os sistemas híbridos de energia solar fotovoltaica são uma mistura de sistemas isolados com sistemas conectados à rede elétrica. Ou seja, ele é um sistema conectado à rede elétrica mas, possuem também um banco de baterias para armazenar a energia. Assim, quando a energia da rede elétrica da concessionária acaba, você ainda continua com eletricidade, pois está usando a que foi armazenada nas baterias. Embora tenham investimentos mais elevados, apresentam excelente retorno de investimentos, pois trazem maior confiabilidade às cargas essenciais.

Os sistemas solares são formados por quatro principais equipamentos, que são: os módulos fotovoltaicos, inversores, baterias e controladores de carga. Além disso, para instalação de um sistema são necessários outros equipamentos, como cabos, estruturas de fixação para os módulos, proteções elétricas e outros acessórios.

Módulos fotovoltaicos: Que captam a energia solar e transformam e energia elétrica

Inversores: Que transformam a corrente contínua (CC) em corrente alternada (CA) e ajustam a tensão de acordo com a necessidade. Inversores de sistemas conectados à rede elétrica também possuem a função de sincronizar o sistema com a rede da concessionária.

Baterias: Usadas em sistemas isolados para armazenar energia.

Controladores de carga: Usados em sistemas isolados e que controlam o carregamento das baterias.

Isso depende de vários fatores como a potência do módulo, local da instalação, orientação e inclinação do equipamento, temperatura, sombreamento, dentre outros. Um painel de 250 Wp no Brasil pode produzir em média 424 Wh por dia (ou 12 e 20 kWh por mês). Um painel de 200 Wp produzirá o dobro.

W (Watt) é uma unidade de medida para potência (equivalente a um Joule por segundo). A potência indica a quantidade de energia cedida por uma unidade de tempo.

Wh (Watt-hora) é uma unidade de medida de energia gerada. Ex: Uma potência de 20 W exercida por 6 horas equivale a 20 x 6 = 120 Wh.

Wp (Watt-pico) é a unidade de medida utilizada para os módulos fotovoltaicos e significa a potência em W fornecida por um painel em condições especificas. É a potência máxima que um painel pode fornecer em condições ideais.

kWh (kilo-Watt-hora) são 1000 Wh sendo que k se refere a 1000 para qualquer unidade de medida, como por exemplo kWp e kW que são 1000 Wp e 1000 W respectivamente. kWh é a unidade de medida de nossa conta de luz.

Para os sistemas isolados (off grid), é necessário levar em consideração os seguintes itens: Lista de equipamentos com Potência (W), número de horas de uso por dia (h) e a tensão de funcionamento dos equipamentos (12V, 110V, 220V, etc.). Além disso, é preciso observar a localização, e autonomia do sistema, ou seja, quanto tempo sem sol o sistema vai continuar fornecendo energia.

Já para os sistemas conectados à rede (grid tie), é necessário saber o consumo mensal em kWh, tensão e o onde o sistema será instalado.

O custo do sistema depende do seu tamanho e equipamentos selecionados, que dependem da quantidade de energia necessária e de características do local da instalação. Mas um sistema completo e instalado custa cerca de R$ 15 mil.

Incentivos

Infelizmente os incentivos ainda são poucos no Brasil. Existem programas como o PROESCO (para empresas que buscam maior eficiência energética), o PRODEM (para levar energia a áreas remotas), o Fundo Clima (voltado a geração de energia para distribuição), a Linha de Financiamento do BNDES (para projetos com fontes renováveis), o Finame (incentiva a fabricação de máquinas e equipamentos), o FNE Solar (para estimular a aquisição de soluções alternativas de energia), o FCO Sol (para incentivar e fomentar a energia solar no Centro-Oeste brasileiro). Além desses, existem outros incentivos e programas regionais, para fabricantes e também consumidores.

Existe a expectativa de que novos incentivos surjam nos próximos anos, atualizados e específicos para energia solar fotovoltaica.

Produção e Instalação

Depende do tamanho e características do sistema, bem como da forma como os módulos deverão ser montados nos arranjos. Um sistema de 1 kWp ocupa uma área de aproximadamente 7 m² de módulos. No entanto, se estiverem inclinados sobre uma superfície plana como uma laje, um módulo pode fazer sobra sobre o outro, exigindo uma área até duas vezes maior.

Qualquer equipamento pode ser utilizado. Sempre tenha em mente que equipamentos de alto consumo como chuveiro elétrico e ar condicionado requerem muitos painéis e, portanto, devem ser substituídos por outras soluções quando possível. O chuveiro, por exemplo, pode utilizar energia solar térmica, mais eficiente e barata para esta aplicação.

Neste tipo de sistema, não devem ser ligados equipamentos como chuveiro elétrico e ar condicionado, pois seu alto consumo e potência inviabilizam o sistema. Além disso, deve se ter atenção com equipamentos com motores elétricos, como geladeiras e bombas d’água, pois a potência de partida exige inversores adequados. Sempre pergunte a um especialista qual é o inversor ideal para alimentar seus equipamentos.

Sim. Esta é uma das aplicações mais utilizadas em todo o mundo. O sistema funciona de forma integrada com a rede elétrica e o consumidor pode trocar energia com a concessionária, pagando apenas a diferença entre seu consumo e a produção própria de energia.

Caso você não tenha acesso à rede elétrica é possível fazer um sistema isolado (off grid). Neste caso, o sistema precisará de baterias para armazenar a energia para a noite e dias nublados.

Infelizmente não há uma resposta padrão, pois depende de uma série de variáveis e até mesmo do tamanho dos módulos escolhidos. Além disso, não é necessário produzir toda a energia consumida.

Os módulos menores são geralmente utilizados para sistemas isolados, com baterias, enquanto os painéis maiores para sistemas conectados à rede elétrica. Isso acontece devido a voltagem típica de cada painel, 18V para os pequenos (até 140 Wp) e 30V para os maiores (240 Wp). Os módulos maiores não são feitos para utilização com baterias. Podem ser utilizados, porém seria necessário um controlador de carga especial (MPPT) para o sistema.

Sistemas pequenos e isolados (off grid), compostos por até 3 ou 4 módulos são fáceis de serem instalados e com menor risco, mas é recomendado que seja realizada por um profissional com familiaridade com sistemas fotovoltaicos. Já para sistemas conectados à rede ou sistemas off grid maiores deve-se recorrer a um profissional especializado tanto para o projeto quanto para a instalação.

Um sistema fotovoltaico conectado à rede tem uma vida útil de 30 a 35 anos, sendo que a maioria dos painéis fotovoltaicos tem garantia de 25 anos para produção de pelo menos 80% da potência nominal. Já os inversores têm garantia de 5 a 10 anos e vida útil esperada de 10 a 15 anos, podendo ser trocados.

No caso dos sistemas isolados, os inversores e controladores de carga têm garantia de dois anos e vida útil de 5 a 10 anos, mas a principal diferença (especialmente em custo) fica por conta das baterias que são caras e devem ser substituídas com maior frequência. As baterias mais usuais têm vida útil de 4 anos e baterias especiais podem durar de 10 a 15 anos de duração, o funcionamento adequado de todos os equipamentos depende sempre de um bom dimensionamento e uso.

Sim. Cada distribuidora de energia tem as suas regras e as exigências para conectar o seu sistema de energia solar fotovoltaica na rede elétrica e, variam bastante. Mas a ligação é garantida pela Resolução Normativa da ANEEL (482/2012) que trata inteiramente sobre sistemas de microgeração conectados à rede elétrica. As concessionárias não só devem permitir como têm prazos máximos definidos para avaliação e autorização dos sistemas. Saiba mais aqui.

É comum as pessoas pensarem que a energia solar fotovoltaica servirá de backup (reserva) caso quedas de energia aconteçam. Este é um pensamento equivocado. Os inversores conectados à rede funcionam de forma sincronizada com a rede elétrica e dependem dela para funcionar. Esta é inclusive uma medida de segurança para não ferir técnicos de manutenção que desligam a rede para efetuar um reparo.

Não, você pode utilizar a fiação elétrica já existente da sua casa ou empresa, bem como o seu telhado ou laje para fixação dos painéis.

  1. Sistema Fotovoltaico Residencial de energia solar conectado à rede (1-10Kwp)
  2. Sistema Fotovoltaico Comercial de energia solar conectado à rede (10-100Kwp)
  3. Sistema Fotovoltaico Industrial de energia solar conectado à rede (100 – 1000Kwp)
  4. Sistemas fotovoltaicos isolados/autônomos de energia solar
  5. Sistemas fotovoltaicos híbridos de energia solar

A principal diferença é que um está ligado à rede e o outro não. Em relação aos conectados à rede, a diferença é a capacidade de geração (kWp) de cada sistema fotovoltaico.

Os sistemas isolados que alimentam diretamente os aparelhos (cargas) que vão consumir a energia gerada. Os sistemas de energia solar autônomos são muito utilizados em lugares remotos. Esses sistemas devem ser dimensionados minuciosamente, calculando-se exatamente o consumo do aparelho (carga). Com base nos piores índices de radiação solar daquela área específica, dimensiona-se o sistema fotovoltaico isolado para ter uma autonomia de até três dias (em média).

Conexão e Créditos

Não. O sistema adotado pelo Brasil não permite a venda de energia à concessionária. No entanto, existe um sistema de compensação de energia onde um crédito (produção maior que o Consumo) gerado em um determinado mês pode ser utilizado em um mês subsequente ou até mesmo em outra unidade consumidora do mesmo CPF ou CNPJ, dentro da mesma concessionária.

Sim. Porém se você já tem acesso à rede elétrica isso não é recomendado. O sistema fotovoltaico conectado à rede é mais eficiente, econômico, seguro, ecologicamente correto e de menor manutenção, portanto é a melhor opção para as pessoas que já possuem a energia rede pública.

Não. Os sistemas conectados à rede elétrica jogam a energia excedente na rede e o relógio registra esse excedente como crédito que será compensado pelo consumo durante a noite, dias nublados ou até mesmo nos meses subsequentes. Para isso, a concessionária trocará o relógio de força convencional por um relógio bidirecional. No sistema conectado à rede, a rede pública funciona como sua “bateria”, recebendo a energia para o uso em outro momento. Conheça mais os modelos de geração de energia aqui.

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