Transações
Trinergy vende 15 MW de geração solar distribuída no Brasil
A Trinergy, geradora internacional de energia renovável, concluiu a venda de 15 MW em ativos fotovoltaicos de geração distribuída (GD) no Brasil, com assessoria financeira e estratégica exclusiva da CELA (Clean Energy Latin America). Os empreendimentos estão localizados nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul.
O portfólio é formado por cinco clusters de usinas solares de geração distribuída, enquadrados no modelo GD1, com pedidos de conexão protocolados até janeiro de 2023. A transação envolve a venda de 100% da participação acionária do portfólio pelos atuais acionistas.
Raízen adquire totalidade de ações de empresas de ativos de GD flutuante
A Raízen adquiriu a totalidade das ações que a Goener Participações detinha nas empresas de geração distribuída HP2 Solar e GoSolar, ambas localizadas no Ceará. A operação, já aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), engloba todas as atividades econômicas realizadas por meio dessas duas companhias.
Ao Cade, a Raízen afirmou que a transação está alinhada à estratégia de expansão da Polaris IX, empresa controlada pela própria Raízen e que já detinha 63% da HP2 Solar e da GoSolar.
Já a Goener, que atua no desenvolvimento de projetos de geração elétrica, informou que a venda integra sua estratégia de realocação de investimentos no setor de geração distribuída de energia.
WEG adquire participação na Tupinambá Energia
A WEG recebeu aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a compra de 54% do capital social de startup da Tupinambá Energia (Tupi Mob), fechando o acordo em R$ 38 milhões.
Segundo a WEG, a operação reforça seu compromisso em oferecer uma solução completa para recarga elétrica, integrando hardware, software, suporte e serviços digitais. Com a união das plataformas, a empresa ampliará sua capacidade de conectar usuários a provedores de recarga, facilitando o acesso à infraestrutura e impulsionando a expansão sustentável da mobilidade elétrica no país.
Já para a Raízen, antiga controladora da Tupi, a operação "reflete seu interesse em concentrar-se em suas atividades principais”.
A startup Tupi desenvolve tecnologia para mobilidade elétrica, conectando motoristas de carros elétricos a redes de recarga, facilitando a busca por pontos, reserva e pagamento.
Thopen adquire usinas solares da Copel
A Thopen realizou sua sexta aquisição neste ano ao comprar quatro usinas solares de geração distribuída (GD) no Paraná, pertencentes à Copel, que deixa o segmento com a conclusão da operação.
Avaliado em R$ 78 milhões, o acordo adicionará 22 MWp de capacidade instalada ao portfólio da compradora. A compra foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Para a Thopen, gestora de energia, a aquisição é uma estratégia de crescimento e reforça o compromisso com a geração de energia limpa e renovável no Brasil.
Já para a Copel, a venda das plantas de GD integra seu movimento de otimização do portfólio.
CEEC Brasil adquire complexo solar da FIP Coremas
A CEEC Brasil, subsidiária brasileira da China Energy, fez seu primeiro investimento em energia no país. A empresa adquiriu as unidade I,II e III do Complexo Solar Coremas, na Paraíba, por R$ 520 milhões. O negócio foi firmado com a FIP Coremas, controlada pela Nordic Power Partners. O complexo tem capacidade instalada e operacional de 93,41 MWp.
A CEEC, que possui uma operação de águas e saneamento no interior de São Paulo, vê no mercado de energia elétrica oportunidades concretas de expansão no Brasil.
Para a companhia, a operação visa obter o máximo de benefícios oferecidos pelo modelo LER (Leilões de Energia de Reserva) do contrato de compra de Energia.
Fundo da Casa dos Ventos adquire dois data centers
A aquisição, pelo Fundo de Investimentos em Participações e Multiestratégia Salus FIP, veículo de investimentos do grupo Casa dos Ventos, do capital social dos projetos BEP Data Center Salto I e II foi aprovada sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
Os empreendimentos, que são projetos greenfield e devem atingir uma demanda total de 360 MW até 2033, pertencem atualmente às empresas GP Participações Empresariais e Tattva, do grupo BEP Energia, e ainda se encontram em fase de construção.
Segundo o processo, para os vendedores a operação representa uma oportunidade de monetização dos projetos já desenvolvidos, com geração de valor e realocação eficiente de recursos.
Para o Salus FIP, a transação permite a expansão e diversificação do portfólio para além dos ativos eólicos e fotovoltaicos, além de fortalecer sua atuação nas etapas de desenvolvimento, implantação, operação e comercialização de projetos de energia renovável no Brasil, bem como ampliar sua presença no mercado livre de energia e em soluções energéticas para clientes.
Thopen adquire usinas solares da Matrix Energia
A Thopen, empresa controlada pela Pontal Energy, realizou a compra de 45 usinas solares fotovoltaicas operacionais da Matrix Energia por R$ 556 milhões. Com a aquisição, a empresa adiciona 120 megawatt-pico (MWp) à sua capacidade instalada.
As usinas se enquadram na modalidade de geração distribuída e estão distribuídas em 7 estados brasileiros.
Para a Thopen Energy, a operação reforça a ambição de criar uma plataforma energética com presença nacional e ainda está alinhada com o objetivo de atingir 1 milhão de unidades consumidoras sob gestão até 2026.
Valgroup firma acordo de autoprodução em solar da Comerc
A fabricante de embalagens Valgroup Brasil aumenta sua participação acionária no projeto solar fotovoltaico Hélio Valgas I, da Comerc Energia. Transação aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A Valgroup, empresa do setor de embalagens, adquiriu 98% das ações com direito a voto de emissão da planta. A companhia planeja atingir a meta de 100% de uso de energia renovável até 2030.
A Comerc Energia, por sua vez, atua nos ramos de gestão e comercialização de energia.
Grupo Granha Ligas amplia participação em solar da Eneva
O grupo Granha Ligas ampliou sua participação na SPE Futura 6 desenvolvida pela Eneva. A transação envolve duas usinas solares localizadas no município de Juazeiro, na Bahia, com potência de 19 MW. Dessa forma o grupo amplia de 81% para 89,1% a sua participação na SPE. A operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Para Granha Ligas, produtora de ferro ligas de manganês, a aquisição teve como objetivo principal a autossuficiência em energia renovável de suas subsidiárias.
Para o grupo Eneva, a operação está alinhada com sua estratégia de aumentar eficiência, com otimização de ativos e criação de sinergias operacionais entre os ativos do grupo.
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